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sexta-feira, 10 de abril de 2009

VOLTAR A SER (Fado do Regresso)

Eu vou
Voltar a ser
Tudo o que eu já fui um dia
Tudo o que eu já queria ser
Antes de te querer

Eu vou
Voltar a ver
O lado bom das pessoas
As suas coisas boas
Antes de entristecer

Mais vale
Somar paixão, somar desilusão
Até tudo nos doer
Porque eu vou
Voltar a ser
Tudo o que eu já fui um dia
Tudo o que eu já queria ser
Antes de te querer

Eu sei
Que vou voltar
Ao coração por um fio
Porque é do meu feitio
E já não sei mudar

Mais vale
Somar paixão, somar desilusão
Até tudo nos doer
Porque eu vou
Voltar a ser
Tudo o que eu já fui um dia
Tudo o que eu já queria ser
Antes de te perder

Música: João Monge

10 comentários:

Solange Maia disse...

João,

Você é mágico !
Me deu vontade de cantar o seu poema...

Tenha uma Páscoa linda...

Um beijo e um sorriso,

Solange

http://eucaliptosnajanela.blogspot.com

André disse...

Onde é que se pode ouvir esta música?
Um original musicado pelo próprio deixa-me curioso.
Belo poema, uma Páscoa Feliz.

San disse...

não será esse o segredo da vida, nunca deixar de ser o que se foi? o menino, o rapaz, o homem?

João Gil disse...

Mai nada !

Batom e poesias disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Batom e poesias disse...

Será que um dia cantarei esse fado?

Deixaste palavras lindas no meu cantinho e que me deu vontade de rever o teu.

Beijos

Rossana

glória disse...

que coisa mais lírica Joao! esse compasso de dança de um amor que guarda com ele um pedaço da gente, um jeito de ver tudo que parece permanecer embalado em cada uma de suas mãos. muito,muito belo! bjs

mariaivone disse...

Música: João Monge!?

Não te sabia nestas lides. Qualquer dia tás dançando!

mar salgado disse...

o "feitio" é do melhor que há; caminhar da paixão à desilusão e da alegria à tristeza.
Viver com o coração por um fio acaba por doer, é certo, mas há lá outra maneira de viver?!

mar salgado disse...

o "feitio" é do melhor que há; caminhar da paixão à desilusão e da alegria à tristeza.
Viver com o coração por um fio acaba por doer, é certo, mas há lá outra maneira de viver?!