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segunda-feira, 5 de julho de 2010

SER QUASE NADA

O meu amor não é vento
Nem nada em que se conforme
Nem respirar, pensamento
Nem sonho que à casa torne

Não tem idade, nem sina
Nem rio para se espelhar
É uma estrela pequenina
Que em ti se deixa cegar

4 comentários:

Batom e poesias disse...

A primeira a comentar esse poema ao amor.
Lindo de não se conformar.
Saudades, poeta.

bjs
Rossana

mdsol disse...

O amor é: simplesmente!
E é lindo assim cantado
Mas, oh mania de gente,
De o tornar complicado!


:)))))

contagotas disse...

Impossível ler o poema sem o ouvir cantado. É lindo!

Bjos

Vanda Borges disse...

As tuas canetas têm uns aparos tão bonitos !