AQUI HÁ

sexta-feira, 25 de junho de 2010

ROSA À JANELA

Tenho um vasinho de rosas à janela
Que ela trouxe consigo
Quando as vejo tão formosas, lembro-me dela
Lembro-me dela ao postigo

Lembro-me dela ao postigo, tão mimosa
E agora põe-se à janela
Os cabelos cor de trigo, não há rosa…
Não há rosa como ela

Não há rosa como ela na cidade
Nem nos campos donde vim
Agora põe-se à janela com vaidade
À noite à espera de mim

Lembro-me dela ao postigo
E agora põe-se à janela
É só isto que vos digo:
Não há rosa como ela

Música João Gil e Rui Veloso

5 comentários:

Batom e poesias disse...

Saudosa de ti e dos teus versos.
Vim matar saudades e como sempre gosto muito.

beijos, João.

Rossana

Luisa disse...

gostei, gostei, gostei não resisti e apesar de estar no final do mês fui a correr comprar, continua.....bjs
Luisa Pires

San disse...

já deixei o postigo e a janela. agora é mais à porta...
;)

João Garcia Barreto disse...

http://ensejo.blogspot.com/2010/06/rosa-janela.html

mdsol disse...

Muito bem!

[Muito obrigada pela rosa-albardeira. Gostei mesmo muito. Fez-me bem.

Como não tenho flores para lhe deixar, deixo-lhe um improviso (escrito directamente no corpo do post) que fiz há pouco, num fim de dia marcado por um imenso cansaço físico, em que só podia mesmo brincar: http://okayempatins.blogspot.com/2010/06/recreio.html
]

:)))